BRICs, Moody’s, bolsas, Graça Foster e outros destaques

Captação externa em reais marca retorno dos BRICs ao mercado

O Brasil planeja fazer a primeira captação externa em moeda local em seis meses de um país do bloco BRIC, um movimento que pode reabrir o mercado às corporações. O Tesouro Nacional pretende captar até US$ 1,5 bilhão em títulos de 10 anos em reais este ano, disse Paulo Valle, secretário adjunto do Tesouro, em entrevista ontem por telefone de Luxemburgo.

Mercado hoje: Ações caem com Moody’s; vendas do varejo em foco

As ações europeias caem, revertendo parte dos ganhos de ontem, após a Moody’s Investors Service cortar a nota de crédito de seis países europeus a colocar em perspectiva negativa o Reino Unido e a França. O dólar sobe pelo terceiro dia contra o euro e os metais recuam. Indicadores de vendas do varejo são destaques da agenda no Brasil e nos Estados Unidos.

AGENDA DO DIA: IBGE divulga vendas do varejo de dezembro no País

As vendas do varejo brasileiro devem ter crescido 0,1 por cento em dezembro, segundo a mediana das expectativas de 41 economistas consultados pela Bloomberg. Em novembro, o índice teve alta de 1,3 por cento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que divulga o indicador oficial às 9:00.

Embraer recebe pedido para 10 jatos regionais da Azul

A Embraer SA recebeu da Azul Linhas Aéreas Brasileiras SA um pedido de 10 jatos regionais, disse hoje Paulo Cesar de Souza e Silva, vice presidente de aviação comercial da empresa, a repórteres no Singapore Airshow.

Banco do Brasil registra lucro de R$12,1 bilhões em 2011

O Banco do Brasil SA registrou lucro de R$ 12,1 bilhões em 2011, aumento de 3,6 por cento em relação a 2010, segundo comunicado enviado hoje à Comissão de Valores Mobiliários.

Souza Cruz tem lucro líquido de R$ 1,6 bilhão em 2011

A Souza Cruz SA teve lucro líquido de R$ 1,6 bilhão em 2011, 11 por cento maior que no mesmo período de 2010, segundo comunicado enviado ontem à Comissão de Valores Mobiliários. A receita líquida da controladora foi de R$ 5,52 bilhões no ano passado, disse a Souza Cruz.

Triunfo aprova emissão de R$ 160 mi em debêntures pela Concepa

A TPI – Triunfo Participações e Investimentos SA aprovou a emissão de R$ 160 milhões em debêntures não conversíveis em ações pela Concessionária da Rodovia Osório-Porto Alegre SA, segundo comunicado enviado ontem à Comissão de Valores Mobiliários.

Iochpe: Fundos geridos pelo BNY têm 4,7% das ações ordinárias

A Iochpe-Maxion SA disse que fundos geridos pelo BNY ARXInvestimentos Ltda reduziram sua participação nas ações da companhia e, em 2 de fevereiro, tinham 4,44 milhões de ações ordinárias, ou 4,7 por cento desse tipo de papel, segundo comunicado enviado ontem à Comissão de Valores Mobiliários.

Graça Foster, na Petrobras: ‘Minha gestão será de continuidade’

Maria das Graças Foster, presidente da Petróleo Brasileiro SA, disse em sua cerimônia de posse que sua gestão será de continuidade, que está preparada e que ela e a empresa cresceram juntas.

Dilma: Conteúdo local evita doença holandesa e maldição do óleo

A presidente Dilma Rousseff disse que a política de exigir dos investimentos da Petróleo Brasileiro SA um percentual mínimo de conteúdo local evita a doença holandesa e a maldição do petróleo, que seu governo não abrirá mão do conteúdo local e que a Petrobras é indutora do desenvolvimento local.

Garcia: Brasil e China negociam solução para embarcações da Vale

Brasil e China estão negociando uma solução em relação às restrições às embarcações da Vale SA nos portos chineses, disse Marco Aurélio Garcia, assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, em entrevista em Brasília. “O assunto foi discutido. Terá uma tratamento político”, disse ele, sobre reuniões entre autoridades dos dois países.

 

Fonte: Bloomberg

 

Petróleo cai após notícia de revisão de nota de países europeus

O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou nesta segunda-feira em baixa de 1,64%, cotado a US$ 97,77 por barril, seu nível mais baixo em duas semanas, em um dia em que ressurgiram as dúvidas sobre a situação na Europa depois das advertências das agências de classificação de risco sobre a crise de dívida na zona do euro.

No final do primeiro pregão da semana na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York), os contratos de futuros do WTI para entrega em janeiro perderam US$ 1,64 em relação ao preço de fechamento da sexta-feira.

Em Londres, o barril de petróleo Brent para entrega em janeiro fechou nesta segunda-feira em baixa de 1,25%, negociado a US$ 107,26 no mercado de futuros, diante das dúvidas sobre o novo acordo para reforçar a disciplina fiscal e frear a crise na zona do euro.

O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, ficou US$ 1,36 mais barato que os US$ 108,62 do pregão anterior na Intercontinental Exchange Futures. A cotação do barril oscilou nesta quarta-feira entre US$ 107 e US$ 108,75.

O novo acordo europeu alcançado na última sexta-feira em Bruxelas para conter a crise, no qual estão dispostos a participar todos os membros da União Europeia, menos o Reino Unido, não conseguiu acalmar os mercados, que desconfiam de seu efeito útil.

As dúvidas ficaram evidentes nesta segunda, com o veredicto sobre o acordo das agências de qualificação de riscos Fitch e Moody’s, que criticaram a falta de concretização e a incapacidade de oferecer uma solução integral à crise da zona do euro.

A Moody’s afirmou que estudará as classificações no primeiro trimestre de 2012 diante da ausência de medidas para estabilizar os mercados do crédito a curto prazo, o que significa que a zona do euro tem o risco de sofrer novos ataques e põe em perigo sua coesão.

Por sua vez, a agência Fitch disse que o “enfoque gradual” adotado pelo Conselho Europeu “impõe custos econômicos e financeiros adicionais” nos quais não daria uma solução imediata à crise de endividamento, que afeta a demanda mundial do petróleo.

 

Fonte: EFE

Bolsas, Petrobrás, Moody’s, debêntures, S&P e outros destaques

Barclays quer aproveitar mercado de debêntures após fim do IOF

A suspensão do Imposto sobre Operações Financeiras em compras de debêntures de longo prazo de companhias brasileiras por estrangeiros pode ajudar a criação de um mercado doméstico de dívida, o que tem interessado bancos como Barclays Plc e JPMorgan Chase & Co.

Mercado hoje: Bolsas sobem com expectativa de avanço na Europa

As bolsas internacionais sobem com especulações de que os líderes europeus avançarão em um acordo para resolver a crise da dívida em encontro que começará amanhã. O euro se valoriza pelo terceiro dia consecutivo e commodities como o petróleo e o cobre avançam. A agenda do dia destaca o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna de novembro e dados de produção e vendas de veículos.

Petrobras nao cumprirá meta de produção de petróleo para 2011

A Petróleo Brasileiro SA não vai cumprir a meta de produção de petróleo deste ano por conta do trabalho de manutenção nas plataformas em alto mar. A empresa estatal não conseguirá produzir 2,1 milhões de barris por dia este ano, disse hoje o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, em entrevista no Congresso Mundial de Petróleo, em Qatar.

Moody’s rebaixa perspectiva de nota da JBS para estável

A Moody’s Investor Service Inc. rebaixou a perspectiva das notas de crédito da JBS SA de positiva para estável, disse a agência de classificação de risco em comunicado por e-mail ontem à noite. As notas de crédito da JBS foram mantidas.

Intercosmetic Holding pede registro de companhia aberta

A Intercosmetic Holding SA pediu registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários, de acordo com o website da autarquia. Sediada no Paraná, a Intercosmetic é uma companhia criada em 2010 para atuar no segmento de salões de beleza e produtos cosméticos no Brasil, diz a empresa em seu website.

Magna compra Thyssenkrupp Automotive Systems no Brasil

A Magna International disse que concluiu a compra da ThyssenKrupp Automotive Systems Industrial do Brasil, unidade da ThyssenKrupp AG, sem divulgar o valor da operação. A operação, realizada pela Cosma International, subsidiária da Magna, inclui quatro fábricas no País que produzem autopeças para empresas como Ford Motor Co., Fiat SpA, Peugeot SA e Renault SA, segundo comunicado enviado ontem por e-mail.

Light irá propor a emissão de R$ 425 milhões em debêntures

A Light Serviços de Eletricidade SA vai propor a seus debenturistas, em assembleia, a emissão de R$ 425 milhões em novas debêntures pela Light Energia SA, segundo comunicado enviado ontem ao mercado. A emissão terá como objetivo o pagamento das notas promissórias emitidas em 19 de agosto deste ano. As condições da emissão serão definidas pelo conselho da Light SA em 16 de dezembro, segundo o documento.

Anglo American mudará comando em minério no Brasil, diz fonte

A Anglo American Plc, mineradora que está investindo US$ 14 bilhões em projetos no Brasil, vai trocar o principal executivo de sua área de minério de ferro no País, segundo uma pessoa familiarizada com a situação. Stephan Weber, que comanda a unidade no Brasil desde 2009, deixará a empresa, disse a pessoa, que pediu anonimato porque a Anglo American ainda não fez um anúncio público da decisão.

Tam é rebaixada de ‘overweight’ para ‘neutral’ pelo HSBC

A Tam SA teve sua recomendação rebaixada de “overweight” para “neutral” pelo analista Luciano Campos do HSBC Holdings Plc. O preço-alvo da ação é de R$ 37.

Chesf escolhe João Bosco de Almeida como novo presidente

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco disse que escolheu ontem João Bosco de Almeida como novo presidente. O mandato de Almeida à frente da companhia termina em 31 de maio de 2014, disse a Chesf em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários.

Iguatemi: FMR vendeu 4 mi de ações ON, 5,1% do capital social

A Iguatemi Empresa de Shopping Centers SA disse em comunicado ontem que a gestora FMR LLC e fundos que administra venderam 4.028.050 ações ordinárias correspondentes a 5,1 por cento do capital social da companhia e mantiveram ações correspondentes a 5,5 por cento do capital social da empresa.

S&P rebaixa Cruzeiro e sobe notas de Daycoval, Votorantim e Pine

A Standard & Poor’s Ratings Service elevou a nota do Banco Votorantim SA para “BBB-”, a do Banco Daycoval SA para “BB+”, a do Banco Pine SA para “BB+”, rebaixou a do Banco Cruzeiro do Sul SA para “B+” e reafirmou os ratings de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social em “BBB/A-”, segundo comunicados distribuídos por e-mail ontem pela S&P.

Tim leva nove de quinze lotes em leilão de sobras, diz Anatel

A Tim Participações SA, unidade brasileira da Telecom Italia SpA, arrematou nove de 15 lotes que receberam propostas ontem em licitação de subfaixas de frequência para a telefonia móvel, disse a Agência Nacional de Telecomunicações em seu website. Ao todo, a Tim ofereceu R$ 109,3 milhões nas disputas que ganhou, segundo a Anatel.

Hamilton Lane avalia 25 empresas para realizar co-investimento

A Hamilton Lane Advisors LLC, fundo de private equity em que Bill Gates tem uma participação, avalia cerca de 25 empresas para eventualmente realizar co- investimentos, disse o presidente do conselho da empresa, Hartley Rogers. A empresa, com sede em Bala Cynwyd, no estado americano da Pennsylvania, vê um “ótimo pipeline” no momento, disse Hartley ontem em São Paulo.

 

Fonte: Bloomberg

Bolsas, Itália, ministro do trabalho, Moody’s e outros destaques

 

Mercado hoje: Bolsas, euro e petróleo avançam com Itália

As ações europeias sobem pelo sexto em sete dias antes da apresentação pelo governo da Itália de um plano de austeridade de US$ 40 bilhões. O euro avança antes de encontros de líderes esta semana para discutir uma solução para a crise europeia. O petróleo se valoriza. A semana abre hoje com a pesquisa Focus e ainda terá, a partir de amanhã, divulgações do Produto Interno Bruto, inflação e ata do Comitê de Política Monetária.

Petrobras quer fazer captação externa em libras, diz fonte

A Petróleo Brasileiro SA quer vender títulos denominados em libras com vencimento em 15 anos, disse um banqueiro envolvido na operação. Os papéis podem ter rendimento entre 370 e 375 pontos-base acima dos títulos ingleses conhecidos como gilts, disse o banqueiro. O BB Securities, Bradesco BBI, Credit Agricole SA, Deutsche Bank AG, HSBC Holdings Plc e o Banco Santander estão coordenando a venda.

Corrupção derruba o sexto ministro de Dilma Rousseff

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, renunciou ontem à noite ao cargo em meio a acusações de conduta imprópria. Ele foi o sexto ministro a deixar o governo da presidente Dilma Rousseff desde junho, depois de recomendação da Comissão de Ética Pública de exonerá-lo e de novas denúncias publicadas pela imprensa nos últimos dias.

Itaú derruba Citi e Rothschild do topo dos rankings de bancos

O Banco Itaú BBA SA assumiu a primeira posição entre os bancos de investimento nos rankings de fusões e aquisições e emissões de ações, derrubando estrangeiros como Citigroup Inc., Rothschild e Credit Suisse Group AG. O Itaú BBA, o braço de atacado do maior banco da América Latina por valor de mercado, tirou o Rothschild da liderança em fusões e aquisições com 27 transações que totalizaram US$ 35,4 bilhões.

Moody’s: Estímulos do Brasil são positivos para o crédito

As medidas de incentivo adotadas pelo Brasil na semana passada com vistas a estimular o crescimento econômico através de maior demanda doméstica e a atração aos fluxos de capital vão dar suporte à nota de crédito do País, disse a Moody’s Investors Service.

Acionistas da Ternium perdem com compra de fatia na Usiminas

Nunca foi tão caro ser dono de ações de siderúrgicas brasileiras. Na semana passada, o Grupo Techint, por meio de suas unidades Ternium SA e Tenaris SA, fechou um acordo para pagar R$ 5,03 bilhões por uma fatia de 27,7 por cento do capital votante da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais SA, a segunda maior do País.

Laep: Yorkville cortou participação para 4,77% de ações classe A

A Laep Investments LTD. disse que a Yorkville Advisors Consultoria Ltda. reduziu sua participação na empresa para 4,77 por cento das ações classe “A”, segundo comunicado enviado sexta-feira à Comissão de Valores Mobiliários.

PF investiga possível vazamento de decisão do Copom, diz Veja

A Polícia Federal e a Comissão de Valores Mobiliários estão investigando se algumas instituições tiveram acesso a informação privilegiada na decisão do Comitê de Política Monetária no dia 31 de agosto, de acordo com a revista Veja, que não revelou como obteve a informação.

Fonte: Bloomberg

Crise do euro ameaça avaliações de risco da UE, diz Moody’s

Londres, 28 nov (EFE).- A agência de classificação de risco Moody’s adverte em comunicado emitido nesta segunda-feira que o contínuo e rápido aumento da crise da dívida na zona do euro ameaça a avaliação econômica de todos os países da União Europeia (UE).

Diante da ausência de políticas que permitam estabilizar as condições de mercado a curto prazo, o risco do crédito continua em aumento, acrescenta a Moody’s.

Segundo a agência, as autoridades do euro enfrentam cada vez mais limitações ante a crescente pressão para agir rapidamente com o objetivo de restabelecer a confiança creditícia.

“Apesar de a zona do euro em seu conjunto contar com uma grande força econômica e financeira, as debilidades institucionais dificultam a resolução da crise”, destaca o comunicado.

Quanto ao âmbito político, a Moody’s percebe que a zona do euro se aproxima de uma encruzilhada, que pode levar tanto a uma maior integração do bloco quanto a sua fragmentação.

A agência alerta que um ímpeto político a um plano que resolva o problema só pode surgir após uma série de choques, que podem fazer com que mais países percam acesso a financiamento por um período sustentado de tempo.

Isso pode levar as avaliações desses países a entrarem numa área especulativa à luz dos testes de solvência que devem ser requeridos, indica a nota.

Nas últimas semanas, a possibilidade de mais cenários negativos aumentou, segundo a Moody’s, devido às incertezas políticas na Grécia e Itália e de perspectivas econômicas piores que as estimadas pelos analistas.

“A possibilidade de mais suspensões de pagamentos por parte de países da zona do euro não é mais ignorada. Segundo a Moody’s, quanto mais se estender a crise de liquidez, a possibilidade de default (moratória) aumentará com maior rapidez”, diz a agência.

O comunicado assinala que uma série de calotes pode aumentar a possibilidade de um ou mais países abandonarem a zona do euro.

A Moody’s lembra ainda que a situação é fluente e os políticos podem reagir aos riscos com novas medidas. EFE

 

Fonte: EFE